sexta-feira, 29 de maio de 2009

Quarta parte




Largarmos, e eu tinha a pretensão de fazer os primeiros dez quilômetros em 50min. Foi melhor do que o esperado, pois passei nos 10 com 48min. Ali eu já sabia que se eu conseguisse manter o ritmo iria chegar abaixo de 1h45min, que era a marca que eu gostaria de fazer. Com a temperatura ajudando (15ºC) e com o excelente serviço de hidratação, tudo haveria de sair conforme planejado.

O trajeto da primeira parte da prova reservou uma bela surpresa para mim. Completei os 15km abaixo de 1h15min (com 1h13min), sendo que o décimo quinto quilômetro passava justamente pela avenida onde resido e confesso que escorreu uma lágrima a essa hora, pois me emocionei de estar fazendo meu melhor tempo nos 15k em frente a rua onde eu cresci.

Ao chegar no 20º km, eu já estava explodindo de felicidade pois era apenas uma questão de conseguir manter o ritmo e eu chegaria abaixo de 1h45min, mas quem corre sabe que o último km é sempre o mais rápido, afinal a gente dá aquele gás no fim, o chamado sprint final, e comigo não foi diferente. Quando cruzei o tapete de marcação, parei o cronômetro, olhei para o relógio, e agradeci aos céus. Consegui fazer 1h43min52s. Recorde mundial pessoal!

Uma corrida perfeita. Organização impecável. Porto Alegre mostrou porque merece lugar de destaque entre as grandes Maratonas do Brasil. Ah, só para constar, o vencedor da prova masculina foi o Adriano Bastos, com um tempo de 2h19min.

Terceira parte


Na noite de sábado separei a roupa que iria correr. Organizei minha mochila com os itens que não poderia esquecer. Estava lá minha regata azul e meu shorts da Nike, companheiros inseparáveis nas provas que participo. Ainda era noite quando cheguei no local da prova. Fiz o meu tradicional ritual (wc, aquecimento e alongamento) e fui para o corredor da largada, quando encontrei os meus amigos de Recife, que vieram de lá apenas para correr a Maratona. Ao encontrar o povo ali, comecei a perceber o quanto essa prova seria diferente.

Largarmos, e eu tinha a pretensão de fazer os primeiros dez quilômetros em 50min. Foi melhor do que o esperado, pois passei nos 10 com 48min. Ali eu já sabia que se eu conseguisse manter o ritmo iria chegar abaixo de 1h45min, que era a marca que eu gostaria de fazer. Com a temperatura ajudando (15ºC) e com o excelente serviço de hidratação, tudo haveria de sair conforme planejado.

O trajeto da primeira parte da prova reservou uma bela surpresa para mim. Completei os 15km abaixo de 1h15min (com 1h13min), sendo que o décimo quinto quilômetro passava justamente pela avenida onde resido e confesso que escorreu uma lágrima a essa hora, pois me emocionei de estar fazendo meu melhor tempo nos 15k em frente a rua onde eu cresci.

Segunda parte


Geralmente eu não sinto a ansiedade pré-prova, mas dessa vez não consegui nem dormir, tamanha era a tensão para essa corrida. A Maratona de Porto Alegre é o principal evento do Rio Grande do Sul, em termos de corridas, e eu estaria participando, correndo nas mesmas ruas que treino durante todo o ano. Haveria de ser algo especial e emocionante. E foi.

Na noite de sábado separei a roupa que iria correr. Organizei minha mochila com os itens que não poderia esquecer. Estava lá minha regata azul e meu shorts da Nike, companheiros inseparáveis nas provas que participo. Ainda era noite quando cheguei no local da prova. Fiz o meu tradicional ritual (wc, aquecimento e alongamento) e fui para o corredor da largada, quando encontrei os meus amigos de Recife, que vieram de lá apenas para correr a Maratona. Ao encontrar o povo ali, comecei a perceber o quanto essa prova seria diferente.

Largarmos, e eu tinha a pretensão de fazer os primeiros dez quilômetros em 50min. Foi melhor do que o esperado, pois passei nos 10 com 48min. Ali eu já sabia que se eu conseguisse manter o ritmo iria chegar abaixo de 1h45min, que era a marca que eu gostaria de fazer. Com a temperatura ajudando (15ºC) e com o excelente serviço de hidratação, tudo haveria de sair conforme planejado.

Primeira parte


Estava inscrito para correr a Maratona de Porto Alegre, na modalidade revezamento de duplas, ou seja, iria correr a minha segunda distância de meia maratona. Na primeira, há um mês atrás, havia feito um tempo de 1h52min24s. Com a largada prevista para as 07h15min, haveria de chegar cedo ao local da prova.

Geralmente eu não sinto a ansiedade pré-prova, mas dessa vez não consegui nem dormir, tamanha era a tensão para essa corrida. A Maratona de Porto Alegre é o principal evento do Rio Grande do Sul, em termos de corridas, e eu estaria participando, correndo nas mesmas ruas que treino durante todo o ano. Haveria de ser algo especial e emocionante. E foi.

Na noite de sábado separei a roupa que iria correr. Organizei minha mochila com os itens que não poderia esquecer. Estava lá minha regata azul e meu shorts da Nike, companheiros inseparáveis nas provas que participo. Ainda era noite quando cheguei no local da prova. Fiz o meu tradicional ritual (wc, aquecimento e alongamento) e fui para o corredor da largada, quando encontrei os meus amigos de Recife, que vieram de lá apenas para correr a Maratona. Ao encontrar o povo ali, comecei a perceber o quanto essa prova seria diferente.